Empréstimo pessoal de até R$ 15.000: sua parcela, o total a pagar e como pedir

Você disse de quanto precisa e em quantos meses quer pagar. Abaixo está a sua parcela, o total até quitar e o passo a passo para pedir.

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Sua parcela e o total a pagar

Este é o cenário que você informou no quiz. Para conferir outro valor ou outro prazo, use o botão logo abaixo do cartão.

  • R$ 8.000 em 24 meses
    R$ 702,42 por mês 24 prestações mensais e iguais
    Total a pagar
    R$ 16.858,08 sendo R$ 8.858,08 de juros

Cálculo próprio (tabela Price) sobre a taxa média da série SGS 20742 do Banco Central, competência junho de 2026. Não inclui IOF, tarifa de cadastro nem seguro — por isso o CET do seu contrato será maior. É referência de mercado, não oferta de crédito.

Trocar valor ou prazo

Escolha de quanto você precisa e em quantos meses quer pagar. A página recarrega desde o início mostrando esse cenário.

Precisa de um valor que não está na lista? Use o simulador.

Troque o prazo no botão acima e veja a regra na prática: a parcela cai e o total sobe. Prazo maior nunca é crédito mais barato — é só parcela menor. Escolha o menor prazo que caiba no seu orçamento no mês mais apertado do ano, não no mais folgado.

Simular outro valor ou outro prazoComo pedir: documentos e análise

Como pedir, passo a passo

Antes de pedir

  • Consulte seu próprio cadastro em Serasa e SPC. A consulta aos seus dados é gratuita por lei. Apontamento antigo já pago, mas não baixado, derruba a aprovação sem que você saiba por quê.
  • Puxe o Registrato no Banco Central. É gratuito e mostra todos os seus contratos de crédito ativos — inclusive algum que você não reconheça.
  • Defina valor e prazo antes de simular. Quem chega sem número aceita o que oferecem. O cartão acima existe para você chegar com o seu.

Os cinco passos

  1. Simulação. Você informa valor e prazo. A instituição devolve parcela, taxa e CET. Nada é definitivo aqui — a proposta final só sai depois da análise.
  2. Identificação. CPF, documento com foto e, na maioria dos casos, comprovante de residência e de renda.
  3. Análise de crédito. A instituição consulta os birôs e cruza com renda e relacionamento. O valor aprovado pode vir menor que o pedido, ou a taxa diferente da simulação — é normal e legal, desde que a nova condição seja apresentada antes da assinatura.
  4. Contrato. O documento precisa trazer o número e a periodicidade das prestações e a soma total a pagar (CDC, art. 52). Se não trouxer os dois, não assine.
  5. Liberação. O dinheiro cai na conta indicada, normalmente por Pix ou TED. O prazo varia por instituição — não existe garantia universal de mesmo dia.

Documentos

CPF; documento oficial com foto; comprovante de residência; comprovante de renda; e os dados da conta para o crédito. Autônomo e MEI costumam precisar de extrato ou declaração no lugar do holerite. Instituição autorizada não pede senha de banco, código de aplicativo nem Pix antecipado. Ver a lista completa por tipo de vínculo.

O que o analista avalia

Renda declarada em relação à parcela pretendida; restrições ativas nos birôs; tempo e histórico de relacionamento com a instituição; quantidade de operações de crédito já abertas no seu nome; e a coerência entre o valor pedido e o seu perfil. Não publicamos score mínimo, taxa de aprovação nem prazo garantido de liberação — quem divulga esses números não tem de onde tirá-los, e no crédito número inventado é o que faz alguém assinar o contrato errado.

Se negarem

Peça o motivo — é seu direito. Corrija o que dá para corrigir e espere: cada novo pedido deixa rastro, e refazer a solicitação em série piora a leitura do seu perfil em vez de melhorá-la. Veja o plano completo e os canais oficiais (Registrato, ouvidoria, consumidor.gov.br e Procon).

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Você tem acesso a uma porta mais barata?

Empréstimo pessoal sem garantia é o mais fácil de contratar porque o banco assume mais risco — e é por isso que custa mais. Antes de fechar, vale checar se você se enquadra em alguma das outras duas modalidades. A tabela abaixo usa um contrato de exemplo — R$ 8.000 em 24 meses, o mesmo para as três linhas — nas três séries que o Banco Central publica. A proporção entre elas vale para qualquer valor e qualquer prazo.

Parcela e total para R$ 8.000 em 24 meses, pela taxa média de cada modalidade. Fonte: Banco Central do Brasil, séries SGS. Competência junho de 2026. Média de mercado, não oferta de instituição.
ModalidadeParcelaTotal
Crédito pessoal não consignado7,08% a.m. · 127,30% a.a. · série SGS 20742R$ 702,42R$ 16.858,08
Crédito pessoal não consignado para composição de dívidas2,90% a.m. · 40,90% a.a. · série SGS 20743R$ 467,31R$ 11.215,44
Crédito consignado (servidor público)outro produto1,80% a.m. · 23,80% a.a. · série SGS 20745R$ 413,45R$ 9.922,80

As três portas não estão abertas para todo mundo: a composição de dívidas exige que o dinheiro quite dívidas existentes, e o consignado do setor público exige vínculo com o serviço público e desconto direto em folha. Se nenhuma se aplica a você, a régua que importa é a primeira linha. Quem consegue cada uma.

No Brasil não existe teto de juros para instituição financeira — a Súmula 596 do Supremo afastou a Lei de Usura para bancos e financeiras. Não adianta procurar um "limite legal": o que existe é a média acima, e ela é sua régua de negociação. E note que a conversão de mensal para anual não é multiplicação por 12 — os juros são compostos.

O que muda o valor da sua parcela

  1. Prazo. Dentro da faixa de 6 a 36 meses praticada nessa modalidade, esticar o prazo derruba a prestação e aumenta o total — troque o prazo no seletor lá em cima e veja os dois números se moverem.
  2. Multa de atraso. A multa contratual é limitada a 2% da prestação (CDC, art. 52, §1º). Sobre ela ainda incidem juros de mora e correção. Cláusula que preveja multa maior é abusiva.
  3. Pagamento antecipado. Você tem direito de quitar antes, total ou parcialmente, com redução proporcional dos juros (CDC, art. 52, §2º). É lei, não cortesia, e ninguém pode cobrar para você exercer esse direito.
  4. Seguro embutido. Peça sempre a simulação sem o seguro prestamista. Se a instituição condicionar o crédito à contratação do seguro, isso é venda casada — vedada pelo art. 39, I, do CDC.

E compare sempre CET com CET, nunca taxa com taxa: o CET soma à taxa de juros o IOF, a tarifa de cadastro e o seguro, então é sempre maior. Esta página não publica um CET próprio de propósito — CET é número que o credor calcula para o seu contrato, e estimativa de terceiro seria chute com aparência de dado.

Quando não vale a pena contratar

  • Quando o dinheiro vai pagar a parcela de outro empréstimo sem que nada mude no orçamento. Isso empurra o problema para frente e aumenta o custo.
  • Quando existe uma linha mais barata que você não checou — é a tabela de modalidades acima.
  • Quando você não consegue dizer a parcela e o total da proposta que recebeu. Sem esses dois números, a decisão ainda não pode ser tomada.

O contrário também vale: faz sentido quando você troca uma dívida mais cara (rotativo do cartão, cheque especial) por uma mais barata, tem renda comprovável e folga real para a parcela durante todo o prazo, e já comparou pelo menos duas propostas.

Sinais de golpe: desista na hora

  • Cobrança antecipada para "liberar" o dinheiro. Instituição autorizada desconta as tarifas do valor liberado. Ninguém legítimo pede Pix antes de depositar — é, de longe, o golpe mais comum do setor.
  • Aprovação garantida "sem consulta". Análise de crédito é obrigação regulatória. Quem promete crédito sem analisar nada não está fazendo crédito.
  • Oferta que expira em minutos, por aplicativo de mensagem. A pressa existe para impedir você de conferir se a empresa consta na lista de instituições autorizadas pelo Banco Central.

Perguntas frequentes

Consigo empréstimo estando negativado?

Depende da instituição e do motivo da restrição. Algumas trabalham com perfis restritos, mas normalmente aprovam valores menores e taxas mais altas. Confira antes se a negativação ainda é válida: dívida paga tem que ser baixada, e apontamento tem prazo máximo de cinco anos (CDC, art. 43, §1º).

Em quanto tempo o dinheiro cai na conta?

Varia por instituição, pelo horário da contratação e pela conta de destino. Contratações digitais costumam liberar por Pix no mesmo dia, mas não existe garantia universal — desconfie de quem promete isso como regra.

Vale a pena aumentar o prazo para caber no orçamento?

Só se a alternativa for o atraso. Compare no seletor lá em cima: a parcela cai, o total sobe. Se a parcela do menor prazo não cabe, o sinal costuma ser de que o valor pedido está acima da sua capacidade — reduzir o valor tende a ser melhor decisão que esticar o prazo. Simule as duas hipóteses.

Vocês emprestam dinheiro ou encaminham minha proposta?

Não. O Meu Bolso Azul é um site de conteúdo. Não concedemos crédito, não somos correspondente bancário e não encaminhamos sua proposta a nenhuma instituição. O que publicamos aqui é informação para você decidir sozinho, com dados de fonte pública.

Continue antes de decidir

A melhor proposta quase nunca é a primeira. Junte pelo menos duas simulações, compare pelo CET e confira se a parcela cabe no mês mais apertado.