O Bradesco (BBDC4) anunciou nesta quinta-feira, 20 de março de 2025, a aprovação de uma significativa distribuição de R$ 2,3 bilhões em juros sobre capital próprio (JCP). Este pagamento representa um valor bruto de R$ 0,2071 por ação ordinária e R$ 0,2278 por ação preferencial, com a data de corte para os acionistas marcada para 31 de março.
Detalhes da distribuição
O conselho de administração do Bradesco aprovou a proposta de pagamento de JCP intermediário, que será distribuído aos acionistas registrados até o dia 31 de março. Após essa data, as ações do Bradesco serão negociadas na condição de “ex-juros”, o que significa que novos compradores não terão direito ao pagamento.
O valor líquido por ação, após a dedução do Imposto de Renda de 15%, será de R$ 0,17604 para ações ordinárias e R$ 0,19365 para ações preferenciais.
Comparativo com pagamentos anteriores
Este pagamento de JCP é notável, pois equivale a 12 vezes o valor dos JCP que o Bradesco costuma pagar mensalmente. A distribuição de R$ 2,3 bilhões é a maior fatia de proventos anunciada por uma única empresa nesta data, destacando a saúde financeira do banco e sua capacidade de recompensar os acionistas.
O que isso significa para os investidores
Os investidores que desejam participar dessa distribuição devem considerar a compra das ações antes da data de corte. A decisão de investir agora ou esperar pela negociação ex-direito pode impactar diretamente o retorno sobre o investimento, dependendo da estratégia de cada acionista.
Além do Bradesco, outras empresas também anunciaram distribuições de dividendos, totalizando mais de R$ 3 bilhões em proventos no mercado, o que demonstra um cenário positivo para os acionistas em geral.
Conclusão
A distribuição de R$ 2,3 bilhões em JCP pelo Bradesco é um sinal claro de sua robustez financeira e compromisso com os acionistas. Com a data de pagamento prevista para até 31 de outubro, os investidores têm uma oportunidade significativa de maximizar seus retornos. A movimentação no mercado financeiro, especialmente entre os grandes bancos, sugere um clima de otimismo que pode beneficiar ainda mais os acionistas no futuro.